quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sessão Sexta-Feira 13

Foto: Do site www.swilliamshaw.com
Hoje é sexta-feira 13 e não passará em branco para os apreciadores de filmes de terror. Os cinéfilos poderão se reunir na Taberna Dom Tutti apartir das 23h para curtir a Mini Mostra de Curtas de Terror. A madrugada será regada a sustos e gritos de horror com a apresentação de diversos curtas, entre eles alguns de produção local. A produção é de Wellington Cordeiro da produtora Canibal Goytacá.
O número 13
Símbolo de desgraça, já que 13 eram os convivas da última ceia de Cristo, e dentre eles, Jesus que morreu na sexta-feira foi, conseqüentemente, ligada ao horror que o número 13 provocava nas gerações cristãs. Por isso, muitas pessoas evitam viajar em sexta-feira 13; a numeração dos camarotes de teatro omite, por vezes, o 13; em alguns hotéis não há o quarto de número 13 - este é substituído pelo 12-a. Muitos prédio pulam do 12º para o 14º andar temendo que o 13º traga azar. Há pessoas que pensam que participar de um jantar com 13 pessoas traz má sorte porque uma delas morrerá no período de um ano. A sexta-feira 13 é considerada como um dia de azar, e toma-se muito cuidado quanto às atividades planejadas para este dia.
Como se vê, a crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é, estimado como símbolo de boa sorte.
As lendas
Além da justificativa cristã, existem 2 outras lendas que explicam a superstição. Uma Lenda diz que na Escandinava existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em uma bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e mais o demônio - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. Da Escandinava a superstição se espalhou pela Europa.
A outra lenda é da mitologia nórdica. No valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze à mesa, às vésperas da morte de Cristo. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
Entre os filmes que serão apresentados estão: A série Masters of terror (1ª temporada), Episódios do CreepShow – Os mestres do terror e do macabro George Romero e Stephen King. Os nacionais: Colégio de Humanos Mortos de Fernando Rick, Aparência de Liz Vamp. Assim como uma seleção dos curtas da Canibal Filmes de Peter Baiestorf e Gurcius Gewdrer. A produção local estará representada pelo curta, Zumbi da Meia Noite da produtora campista Os Invisíveis e os curtas Ave Satan e Eleição Maldita da produtora Canibal Goytacá.

Só pra lembrar: A Taberna fica na Rua das Palmeiras, 13 (atrás do churrasquinho do Luiz na 28 de março)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Cultura Afro-descendente


Caros amigos vocês estão convidados a ir a Quissamã no próximo sábado. Haverá o lançamento do catálogo do Complexo Cultural Machadinha, fruto da pesquisa sobre a origem do nome Quissamã e sua ligação com a Angola. A pesquisa levou um grupo ao país africano para buscar maiores informações. A História: Os sete capitães encontraram um negro angolano da região de Kissama próximo a Lagoa Feia e por isso, deram o nome de Quissamã ao lugar. Haverá ainda Jongo, Fado, Restaurante de comidas típicas, e o show da cantora Rita Ribeiro.
Vamos lá!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009


O Jeep Clube de Quissamã estará promovendo uma trilha cultural no município no próximo fim de semana. Eu certamente estarei lá com meu velho guerreiro ano 64.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Convite

Cerveja blogueira no Assis na terça O senhor George Gomes Coutinho e este que vos digita convidamos todos os blogueiros e assemelhados para uma cerveja no Assis nesta terça, 23, às 20h. Este ano foi bem bacana para a blogosfera campista e a gente precisa comemorar, bater papo ou, como é mais comum, fazer críticas ácidas e contundentes contra tudo e contra todos (principalmente os "todos" ausentes rs rs rs).

Postado no URGENTE por Vitor Menezes.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Samba no Mercado










O Samba no Mercado, evento cultural criado em 2008 como alternativa para os admiradores do samba em Campos, teve uma noite apoteótica na semana passada. O samba teve a companhia do Jongo, palhaços e capoeira. No comando musical, o Grupo Ébano que está fazendo um verdadeiro esforço de resistência, visto que o projeto não tem nenhum apoio público. Vários sambistas apareceram e deram uma palhinha na noite. Espero que um projeto bacana como este, tenha vida longa e que ganhe o respaldo oficial necessário para quem sabe transformar o espaço do mercado numa filial da Lapa no Rio de Janeiro. Com certeza a Lapa começou pequena também!






Goyta homenageado por Tonico Pereira



O Programa humorístico da Rede Globo "A grande Família", na minha opinião é o melhor atualmente em exibição na Tv. Mas o motivo desta postagem é outro: A homenagem feita polo ator Tonico Pereira ao time do Goytacaz.
Tonico que é campista recentemente foi homenageado pelo Goytacaz aqui em Campos e disse, na época que faria uma retribuição ao clube no programa. Na exibição da semana passada ele cumpriu com um programa todo focado no clube campista.
Na história, Mendonça, o personagem de Tonico, leva seu cão, Indio, para uma consulta de emergência com Lineu pois Mendoñça tinha dado cerveja pro cachorro que era o mascote do Goytacaz. A partir daí muita confusão. Mas destaco duas coisas, o fato de quase todos os personagens terminarem bêbados, será alguma referência... hehehe! Como também a inclusão de termos da cultura da baixada campista no texto, como Cabrunco e Lamparão.
O programa foi ótimo e com essa homenagem, melhor ainda.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Show em homenagem ao sambista campista Wilson Batista


Edivaldo do Grupo Ébano

O show "40 anos sem Wilson Batista" vai ser neste domingo, dia 7 de dezembro, às 13h, com entrada franca, no Sesc. Foi adiado de domingo passado em virtude das fortes chuvas. A cantora Jane Amaral fará uma participação com o Grupo Ébano.

Wilson Batista
3/7/1913 - 7/7/1968

Biografia
Nascido em Campos (RJ), tomou gosto pela música ainda criança, tocando triângulo na Lira de Apolo, banda organizada pelo seu tio, o maestro Ovídio Batista. Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro no fim da década de 20 e se apaixonou pela vida boêmia do bairro da Lapa, freqüentando cabarés e bares e fazendo amizades com músicos e malandros da região, o que lhe rendeu algumas prisões. Trabalhou como eletricista e ajudante de contra-regra no Teatro Recreio, mas queria mesmo é viver como músico. Compôs o seu primeiro samba em 1929 – "Na Estrada da Vida", lançado por Araci Cortes e gravado mais tarde por Luís Barbosa. Passou a atuar como crooner e ritmista na Orquestra de Romeu Malagueta e no começo da década de 30 teve o seu samba, "Desacato" (em parceria com Paulo Vieira e Murilo Caldas) gravado por três grandes intérpretes da época, Francisco Alves, Castro Barbosa e Murilo Caldas. Tornou-se, ao lado de Noel Rosa, Assis Valente, Geraldo Pereira, um dos grandes sambistas da boêmia carioca. Ficou conhecido pela polêmica com Noel Rosa, que gerou sambas inesquecíveis de ambos lados, como "Lenço no Pescoço", "Mocinho da Vila", "Conversa Fiada", "Frankenstein da Vila" (por causa do queixo defeituoso de Noel), todos compostos por Wilson, e "Feitiço da Vila", "Palpite Infeliz", “Rapaz Folgado”, de Noel. No meio das provocações ficaram amigos e aparente briga acabou virando disco ("Polêmica"), lançado em 1956 pelos cantores Roberto Paiva e Francisco Egídio. Wilson continuou trocando o dia pela noite e compondo grandes sambas, como "Mania da Falecida" e "Oh, seu Oscar" (ambos com Ataulfo Alves), "Acertei no Milhar", delicioso samba de breque feito em parceria com Geraldo Pereira e gravado por Moreira da Silva, "Emília", com Haroldo Lobo, "Pedreiro Valdemar", com Roberto Martins, e "Balzaquiana", com Nássara. Chegado a uma boa confusão e flamenguista doente (como comprova o sincopado “Samba Rubro Negro”), tirou sarro da torcida do Vasco (que na época tinha um dos melhores times do Brasil) compondo "No Boteco do José", sucesso na voz de Linda Batista no carnaval de 1946. O seu último sucesso do carnaval carioca foi "Cara Boa", marchinha composta em parceria com Jorge de Castro e Alberto Jesus, gravada por César de Alencar.

http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/wilson-batista.asp